O Alongamento - Músculos do Peito e Ombro
quarta-feira, julho 25, 2007
Músculo peitoral maior & menor, m. Coracobraquial
Fique de pé, de frente para o canto de um canto. Coloque as mãos (ou os antebraços) contra as paredes e deixe o corpo cair para a frente. Pressione o corpo para dentro de tal forma que você sinta a tensão na frente da caixa toráxica. Fique nesta posição por 20 segundos.
Músculo peitoral maior, m. grande redondo
Mantenha o antebraço na mesma posição de “A” e firme os pés no chão. Gire o tronco para fora e para a frente de maneira a que o peito seja empurrado o mais possível para a frente. Sinta a tensão no peito e na parte anterior dos ombros. Fique nesta posição por 20 segundos.
M. subescapular, m. peitoral maior/porção clavicular
Músculo deltóide/porção ventral/m. peitoral maior
M. deltóide, porção dorsal (tri. grande dorsal, m. trapézio)
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O Alongamento
O alongamento deve ser feito antes de iniciar qualquer actividade física e, no final dela. Ele ajuda a prevenir lesões nos músculos e tendões, evita dores musculares e aumenta a flexibilidade. "
Os alongamentos podem ser realizados sempre que sentirmos vontade: no trabalho, no carro ou a ver televisão.
Podemos e devemos alongar de manhã, antes de começar o dia; no final do dia, para aliviar as tensões acumuladas depois de ficar sentado ou em pé por muito tempo e, principalmente, antes e depois de actividades físicas.
Todas as pessoas podem aprender a fazer alongamentos independentes da idade e da condição física. É relaxante fazê-los quando se procede de forma correta, respeitando a sua estrutura muscular, sua flexibilidade e seus limites pessoais.
A regularidade e o relaxamento são os fatores mais importantes para o alongamento, que deve ser feito lentamente e sem tensão. Não balance, pois enrijece o músculo que você esta a tentar alongar. Assuma uma posição confortável e sustente-a relaxando o músculo. Permaneça nesta posição de 10 a 30 segundos. Não segure a respiração, mantenha-se respirando de forma lenta e controlada.
- Respirar suavemente
- Alongar os músculos de forma lenta e calma
- Procurar manter uma boa postura
- Manter cada alongamento durante 10 a 15 segundos
ERRADO
- Executar os exercícios depressa
- Alongar os músculos de forma abrupta ou com solavancos
- Alongar até sentir dor
- Prender a respiração enquanto alonga
- Redução de tensões musculares;
- Relaxamento;
- Benefícios para a coordenação, pois os movimentos tornam-se mais soltos e fáceis;
- Aumento do arco de maleabilidade;
- Prevenção de lesões;
- Facilita actividades de desgaste, como por exemplo corrida, ténis, natação, ciclismo etc;
- Desenvolve a consciência corporal, à medida que a pessoa focaliza a parte do corpo que está sendo alongada;
- Activa a circulação;
- Ajuda no aquecimento, à medida que eleva a temperatura do corpo;
- Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais.
- Aprenda a ouvir o seu corpo. Se a tensão crescer ou se você sentir dor, o seu corpo está tentando mostrar-lhe que algo está errado, que há algum problema. Se isto acontecer, ceda um pouco até sentir que o alongamento está certo.
- A maioria dos alongamentos deve ser mantida por 30 a 60 segundos. Depois de algum tempo, contudo, irá variar a duração de cada movimento. Algumas vezes você talvez queira sustentar mais tempo um alongamento porque está mais tenso nesse dia, ou simplesmente porque está gostando daquele alongamento. Lembre-se de que cada dia é diferente do outro, de modo que você deve dimensionar os seus alongamentos segundo o que estiver sentindo naquele momento.
- Nunca tranque os joelhos ao realizar alongamentos. Certifique-se de que a parte anterior das suas coxas (quadríceps) permaneçam relaxadas em todas as posições que usam uma das pernas esticadas. É impossível alongar corretamente os tendões quando o conjunto oposto de músculos, os quadríceps, não estão descontraídos.
- Movimentos de balanço durante os alongamentos podem na realidade tornar a pessoa mais tensa do que flexível.
- É melhor alongar-se menos do que em excesso. Permaneça sempre naquele ponto que você pode ultrapassar e nunca naquele ponto além do qual não pode mais ir.
- As pessoas têm a tendência de gastar mais tempo na primeira perna, braço ou área que estão alongando e, normalmente, irão antes alongar seu lado "fácil" ou mais flexível. Devido a esta tendência natural, gastam mais tempo no lado "bom" e menos no lado "ruim". A fim de uniformizar a diferença de flexibilidade em seu corpo, alongue primeiro o lado mais tenso, pois ajudará a torná-lo mais flexível de modo considerável.
- Sustentar as tensões certas dos alongamentos por um tempo limitado permite ao corpo adaptar-se a estas novas posições. Em breve, a área sob alongamento irá acostumar-se à suave tensão e, aos poucos, o corpo poderá assumir novas posições sem as tensões sentidas no início.
- Fazer alongamentos não é competir. Não há necessidade de comparar-se com os outros pois todos são diferentes. Além do mais, a cada dia estamos diferentes, em termos de flexibilidade. Faça alongamentos confortavelmente, dentro de seus limites, e começará a sentir o fluxo de energia que decorre de alongamentos feitos adequadamente.
- Não faça alongamentos só para ser mais flexível. Faça-os para sentir-se bem.
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112 - Chamadas Falsas - Vergonha!
Em 2006, a linha de emergência 112 recebeu 24 mil chamadas falsas, o que provocou a saída de nove mil ambulâncias em vão. O anúncio foi feito hoje pelo Instituto Nacional de Emergência Médica.
"Cabe a todos - instituições, cidadãos, comunicação social, assegurar e ensinar que o 112 é um número que só deve ser utilizado em situações verdadeiras. É que, cada brincadeira para este número pode provocar dificuldades no socorro a quem dele verdadeiramente necessitar", pode ler-se no comunicado.
A informação surge numa altura em que se assinalam os 20 anos da criação do primeiro CODU do instituto de emergência médica, o de Lisboa e Vale do Tejo.
Desde que foi inaugurado, em Julho de 1987, e o passado dia 30 de Junho de 2007, o CODU de Lisboa e Vale do Tejo atendeu 3.743.381 chamadas.
Este ano o CODU de Lisboa e Vale do Tejo tem atendido uma média de sessenta chamadas de emergência por hora.
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A Saúde da Sua Coluna - 2ª Parte - Reforço Muscular
domingo, julho 22, 2007
FORTALECIMENTO DA MUSCULATURA DO ABDOMEM
Deitado: Permaneça deitado de barriga para cima, dobrando um joelho e mantendo o pé completamente apoiado no solo; mantenha o outro membro em extensão, elevando o mesmo a trinta e cinco centímetros do solo. Mantenha esta posição por cinco segundos e retorne à posição original e relaxando.
Isométricos do Pescoço
Coloque a palma da sua mão lateralmente na sua cabeça, com o cotovelo dobrado e force o pescoço em direcção contrária. Mantenha por 10 segundos e recomece.
Posicione as suas mãos atrás do seu pescoço e force o mesmo em direcção contrária. Mantenha por 10 segundos e recomece.
Deite-se inicialmente do lado direito, com o membro superior direito estendido e com o joelho do mesmo lado dobrado. Alinhe o seu ombro ao quadril. Lentamente eleve o membro inferior esquerdo a trinta e cinco centímetros do solo e assim permaneça por trinta e cinco segundos. A seguir faça o mesmo procedimento do outro lado.
Publicada porRicardo Gonçalves à(s) domingo, julho 22, 2007 0 comentários
A Saúde da Sua Coluna - 1ª Parte - Alongamentos
ALONGAMENTOS
Promovem flexibilidade dos músculos reduzindo o risco de lesões.Alongamento da Coluna Lombar
Alongamento da Musculatura Posterior da Coxa (Isquiotibiais)
Alongamento do Pescoço
*Faça uma rotação lateral do pescoço alinhando o queixo ao ombro.
*Incline a cabeça em direção ao ombro
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As Exigências da Alta Competição
Beckham embaraçado pelo entusiasmo americano
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A Massagem - 1ª Parte
sábado, julho 21, 2007
Efeitos Fisiológicos e Terapêuticos
A massagem influência sempre a circulação dos diversos tipos de tecido. Condições patológicas que ocorrem numa determinada estrutura irão reflectir-se noutras estruturas interferindo com a função de todo o organismo. O efeito principal da massagem consiste em produzir estimulação mecânica dos tecidos por meio de uma pressão e estiramento ritmicamente aplicados. A pressão comprime os tecidos moles e distorce as redes de receptores nas terminações nervosas. Ao aumentar os lúmens dos vasos sanguíneos e espaços dos vasos linfáticos, estas forças afectam a circulação capilar, venosa, arterial e linfática. Alguns dos efeitos fisiológicos e terapeuticos consequentes da massagem são:
- Aumento da circulação sanguínea e linfática;
- Amento do fluxo de nutrientes;
- Remoção dos produtos catabólicos e metabólicos;
- Estimulação do processo de cicatrização;
- Resolução do edema e hematomas crónicos;
- Aumento da extensibilidade do tecido conjuntivo;
- Alívio da dor;
- Aumento dos movimentos das articulações;
- Facilitação da actividade muscular;
- Estimulação das funções autonómicas;
- Estimulação das funções viscerais;
- Remoção das secreções pulmonares;
- Aumento da temperatura periférica da pele e do corpo;
- Estímulo sexual;
- Promoção do relaxamento local e geral.
- Mobilização da pele e dos tecidos subcutâneos
Os tipos de reacções serão sempre os mesmos mas, a intensidade e duração pode variar, dependendo da severidade da patologia e da força do estímulo.
A massagem é contra-indicada sobre ferimentos abertos, tromboflebite e tecidos infectados, sintoma de erupção cutânea, como bolhas, feridas e escabiose, ou contusões, varizes, febre, fracturas, hemorragias, articulações inflamadas, úlceras abertas, tumores e inchaços não diagnosticados, cancro, problemas cardiovasculares como trombose ou outros males circulatórios, sobre o abdómen, no caso de gravidez, ou de náuseas, vómitos e diarreia, situações pós-cirurgicas,
Podem ser esperadas reacções adversas em 3 tipos diferentes de circunstâncias:
- Quando a massagem é contra-indicada para o paciente;
- Quando a técnica é inapropriada para a condição que está sendo tratada
- Quando uma técnica inapropriada é incorrectamente aplicada.
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Farmácia Observatório - Nº19 - Especial Asma
domingo, julho 15, 2007
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Cruz Vermelha Inglesa - Videos Primeiros Socorros (Inglês)
sábado, julho 14, 2007
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Entorse do Tornozelo em Inversão, no Desporto
quinta-feira, julho 12, 2007
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Risco de Lesões nos Futebolistas Duplica Após o Período de Férias
sábado, julho 07, 2007
O peso é a principal dor de cabeça dos responsáveis pelo acompanhamento clínico dos futebolistas quando estes regressam à actividade. Cada quilo a mais que um jogador apresente significará uma diminuição do desempenho físico em competição e um aumento dos riscos de lesão. Percebe-se por que motivo Henrique Jones, médico da principal selecção de Portugal há mais de sete anos e anterior responsável pelo departamento clínico do Vitória de Setúbal, ficou estarrecido quando, ainda no Bonfim, se deparou com um futebolista que regressou das férias com mais 12 quilos do que o seu peso habitual. O limite? Dois quilos a mais. Na opinião de João Paulo Almeida, especialista em Medicina Desportiva, tudo o que seja um desvio superior a dois quilos relativamente ao peso padrão de um futebolista deve fazer soar as sirenes de alarme. E serviu-se de um exemplo para ilustrar a sua convicção: “Experimente pôr um saco com mais de dois quilos às costas e corra uns quilómetros. Rapidamente perceberá o que isso significa. ”As consequências são, de facto, imediatas. A primeira é ficar para trás em relação aos colegas, a não ser que esteja disposto a sofrer mais para tentar acompanhá-los. O problema é que a máscara de esforço que ficará no rosto do “infractor” não passará despercebida ao treinador, que, na altura de escolher quem começará a jogar no “onze”, pode decidir eleger alguém que dê garantias de maior frescura física. É assim que alguns habituais titulares podem perder esse estatuto no início de uma nova época e só tarde percebem que existe quase uma relação causa-efeito entre o comportamento nas férias e o rendimento na pré-época. Mais riscos na pré-época. O peso excessivo potencia igualmente o risco de contrair uma lesão por causa do aumento da massa gorda e da diminuição da massa muscular. As articulações dos joelhos e dos tendões, por exemplo, ficam sujeitas a uma pressão superior. José Soares, ex-preparador físico do Boavista, avança mesmo com valores científicos, revelando que a incidência de lesões por cada mil horas de treino na pré-época é de 16, baixando para oito com a época em curso. Uma alimentação cuidada é, portanto, fundamental para controlar o peso, com os especialistas a aconselharem o consumo de peixes gordos, carnes magras, fruta e hidratos de carbono. Como a actividade física diminui, é necessário ter ainda mais atenção ao que se come e bebe e o álcool é uma das substâncias mais nocivas, pois é “muito calórico”, adverte José Soares. Um dos problemas de frequentes saídas nocturnas neste período é precisamente esse – a ingestão de álcool. Mas não o único. A redução do período de repouso é outra das contra-indicações praticadas por alguns atletas nas férias. O ideal é descansar entre oito a dez horas diárias. Menos do que isso poderá ter reflexos negativos no regresso ao trabalho. E as constantes viagens, como as que Cristiano Ronaldo fez recentemente por diversos continentes, saltitando da Europa para a América do Norte, passando depois para a América do Sul e com uma paragem na Madeira? Deixam marcas? Henrique Jones desvaloriza este aspecto. O clínico considera que as mudanças de fusos horários têm impactes quase imediatos, pelo que os jogadores não são prejudicados, uma vez que não estão, neste momento, em competição. Mas nem tudo é perigoso nas férias. “Do ponto de vista psicológico, é positivo os jogadores desligarem-se da actividade normal que realizam”, afirmou Henrique Jones. Mas é imprescindível que façam aquilo que, na gíria médica, é apelidado de “repouso activo”. “Quatro semanas de paragem completa equivalem a uma diminuição da resistência de 15 por cento”, revelou José Soares.
Conselhos a seguir – alimentação, sono e actividade física
O que fazer
- Manter uma actividade física diária regular (cerca de uma hora e meia, realizando uma corrida ligeira e alguns exercícios)
- Fazer uma alimentação com produtos pouco elaborados: consumo de peixes gordos, carnes magras, fruta e hidratos de carbono
- Cumprir idealmente 8 a 10 horas de sono diárias (menos do que isso poderá ter reflexos negativos no regresso ao trabalho)
O que evitar
Autor: Jorge Miguel Matias
Publicada porRicardo Gonçalves à(s) sábado, julho 07, 2007 0 comentários
Joint Matrix
sexta-feira, julho 06, 2007
- Sulfato de Glucosamina: É um Amino-Açucar de cadeia larga que ocorre naturalmente na cartilagem. É o principal componente da estrutura dos proteoglicanos e é usado especificamente para a produção de glicosamineoglicanos (GAGs). GAGs são proteínas que retêm água dentro da estrutura da cartilagem. A Glucosamina também estimula os condrócitos a produzir mais colagénio e protoglicanos. Esta substância acaba com a dor nas articulações danificadas e outras lesões, sendo assim uma alternativa perfeitamente natural à aspirina e às drogas anti-inflamatórias.
- Sulfato de Chondroitin: É outro dos mucopolissacarídeos encontrados na catilagem. Actuando como um "íman" de água, o Chondroitin ajuda a elevar os níveis de de liquido sinovial ("lubrificante") na articulação. Juntamente com a água atraída pelo Chondroitin são transportados os nutrientes essenciais necessários para saúde da cartilagem e das articulações.
- Cartilagem de Tubarão: Em adição aos componentes naturais do Chondroitin e da Glucosmina, a cartilagem de tubarão demonstra algumas propriedades espantosas que vão além daquelas que demonstram os polissacarídeos refinados. Pesquisas demonstram que a cartilagem de tubarão é um poderoso e NÃO tóxico anti-inflamatório. Do interesse particular das pessoas que sofrem de artroses reumáticas é o potencial efeito de reforço do sistema imunitário, produzido pela cartilagem de tubarão.
- Mexilhão Verde: Contém reservas ricas de mucopolissacarídeos e elevados níveis de ácido hialoronico - o principal constituinte do liquido sinovial e ajuda a lubrificar as articulações e a proteger a cartilagem do desgaste.
- L-Histidina: Um importante aminoácido frequentemente encontrado em deficientes quantidades nas pessoas que sofrem de artrites. A ingestão adequada de L-Histidina pode dar provas benéficas na redução da inflamação que está associada aos problemas nas articulações ou lesões.
- MSM (Metilosulfonilmetano): Um nutriente essencial requerido pelo corpo que tem um papel importante na produção de colagénio. Os níveis insuficientes de MSM podem conduzir à incapacidade do corpo para reparar ou repor o tecido danificado. O MSM também tem uma parte significativa no controle da dor causada pela inflamação criada nos tecidos pela incapacidade das células permanecerem permeáveis e regularem os níveis de líquidos em resposta às mudanças da pressão atmosférica. Pode ser por isso que muitas pessoas reivindicam a capacidade de prever as mudanças de tempo através da dor nas suas articulações. MSM ajuda a regular a transferência de líquidos nos tecidos mantendo as paredes celulares flexíveis e permeáveis.
- Boro: Um importante mineral célebre pelo seu papel de prevenção ou abrandamento dos efeitos da osteoporose (descalcificação). Evidências constatam que o boro pode ser uma grande ajuda no tratamento de algumas formas de artrites.
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Pé de Atleta - "Tinea Pedis"
quarta-feira, julho 04, 2007
O pé de atleta, também conhecido por tinea pedis, é a infecção fúngica mais comum nos países d
Como o próprio nome indica ocorre a nível dos pés, afectando, tipicamente, os espaços interdigitais, mas pode alastrar para a planta ou lados dos pés e para as unhas. Para além disto, através do coçar pode haver disseminação da infecção para as mãos, virilhas e axilas.
Como se manifesta?
Os sinais e os sintomas desta condição podem ser muito diversos, no entanto, é pouco provável que a pessoa afectada evidencie todos:
- Comichão intensa, picadas e ardor entre os dedos, particularmente, entre o 4º e o 5º dedos;
- Comichão, picadas e ardor na planta dos pés;
- Pele dos espaços interdigitais gretada, com bolhas ou a descamar;
- Mau odor;
- Espessamento da pele;
- Unhas amareladas e baças, espessadas, irregulares e quebradiças, caso a infecção as tenha atingido.
- Miconazol (Daktarin®);
- Cetoconazol (Nizoral®, Tedol®);
- Econazol (Pevaryl®);
- Clotrimazol (Baycuten®, Canesten®, Lotremine®);
- Sertaconazol (Dermofix®, Sertopic®)
- Terbinafina (Lamisil®)
No caso de pacientes com pé de atleta à muito tempo ou com muitas recorrências, a medicação tópica pode não ser suficiente, uma vez que promove apenas algum alívio sintomático sem, no entanto, curar a infecção. Neste caso os antifúngicos orais podem ser mais eficazes mas, mesmo assim, não é certo que não haja recorrência. Temos várias opções terapêuticas, sendo que a griseofulvina (Grisovin®, Fulcin®), antigamente a mais utilizada, está hoje em dia em desuso em virtude do aparecimento de novas opções, uma vez que não só implicava uma toma muito prolongada (muitos meses ou mesmo mais de um ano) como também apresentava diversos efeitos adversos, nomeadamente cefaleias
, problemas gastrointestinais, alterações sanguíneas e alterações da função do fígado. Assim, actualmente, as novas alternativas incluem:
- Itraconazol (Sporanox®);
- Fluconazol (Diflucan®, Reforce®);
- Terbinafina (Daskyl®, Lamisil®).
- Lavar os pés cuidadosamente todos os dias e usar um par de meias limpo após o banho diário;
- Secar bem os pés, dedo a dedo, tendo especial atenção às áreas entre eles (espaços interdigitais), após tomar banho ou nadar;
- No caso de se utilizar equipamentos públicos como piscinas ou chuveiros, deve-se ter o cuidado de usar chinelos ou sandálias para prevenir a exposição dos pés ao chão contaminado pelos fungos;
- Deve-se dar preferência aos sapatos de pele em alternativa aos de “plástico” (sintéticos), uma vez que a pele permite ao pé “respirar” melhor e, assim, manter-se seco com mais facilidade;
- Deve-se usar meias que sejam 100% algodão;
- Se possível deve-se evitar usar o mesmo par de sapatos dois dias seguidos, isto é, deve-se dar um intervalo de pelo menos 24 horas entre utilizações para permitir ao calçado arejar e secar;
- Deve-se evitar emprestar os sapatos e, do mesmo modo, evitar utilizar calçado emprestado.
Fonte: www.arsc.online.pt
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Amigdalite
Qual é a função das amígdalas?
Qual é a sua incidência?
Qual é a causa das amigdalites?
Qual é o microrganismo responsável pela amigdalite?
Como se manifesta uma amigdalite?
É necessário realizar exames para diagnosticar uma amigdalite?
Quais as complicações possíveis de uma amigdalite?
O que é um abcesso periamigdalino?
O que fazer para aliviar os sintomas da amigdalite?
Quando está indicado o tratamento antibiótico?
Quando é que as amígdalas devem ser removidas cirúrgicamente?
Publicada porRicardo Gonçalves à(s) quarta-feira, julho 04, 2007 6 comentários
Sinais de Perigo Para Crianças de 2 Meses a 5 Anos
terça-feira, julho 03, 2007
- Sinais de Perigo Para Crianças de 2 Meses a 5 Anos - Parte 1
- Sinais de Perigo Para Crianças de 2 Meses a 5 Anos - Parte 2
Publicada porRicardo Gonçalves à(s) terça-feira, julho 03, 2007 0 comentários
